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Socorrer para sobreviver


09/10/2019 às 15h48

São inúmeros os riscos envolvendo cães e gatos soltos nas ruas e uma das principais ocorrências é o atropelamento dos bichinhos. Nesses casos, é extremamente importante que tomemos providências o mais breve possível, já que quanto mais rápido o animal for socorrido, maiores serão as suas chances de sobrevivência. Porém, o que mais vemos são motoristas ignorando esse tipo de acidente e não prestando socorro aos animais.

Com o objetivo de sensibilizar as pessoas quanto a segurança no trânsito, o Instituto de Defesa dos Direitos dos Animais (IDDA) participou do 1º Dogtran, que aconteceu no dia 21 de setembro, em Mariana. O evento, realizado pela Demutran, em parceria com a IDDA, a Guarda Municipal, o Centro de Acolhimento de Animais (CAA), Prefeitura Municipal de Mariana e comércios parceiros, trouxe ao público informações sobre as responsabilidades no trânsito relacionadas aos animais.

Para a presidente da ONG IDDA, Luciana Salles, a conscientização é fundamental para que as pessoas tenham responsabilidade e humanidade para prestar o devido socorro ao animal vítima de atropelamento. “Seja ele um cão, um gato ou um cavalo, todas as espécies de todos os portes devem ter direito a esse socorro. Um animal que está na rua não tem consciência nem maldade do risco que corre vagando pelas vias públicas”, explicou.

Devemos lembrar que também é considerado maus tratos: abandonar animal doente, ferido, mutilado, bem como deixar de oferecer-lhe tudo o que for humanitariamente possível, inclusive assistência veterinária.

Bidu e Tininha também participaram do evento para reforçar a necessidade do socorro. Os dois cãezinhos foram vítimas de atropelamento na cidade e não foram socorridos pelo condutor, mas, felizmente, foram resgatados por voluntarias da IDDA, levados a uma clínica veterinária parceira e sobreviveram. A dupla foi adotada e já está distribuindo amor em seus novos lares.

 

PASSEIO SEGURO -  Para um passeio seguro e confortável com seu pet é preciso estar com acessórios corretos. Uma das dicas é usar a coleira de peitoral ao invés da que prende o animal pelo pescoço. A coleira de pescoço não é tão segura e se o cão puxar muito, pode causar uma lesão na traqueia. Para a escolha da guia, a recomendação é que ela seja mais curta, para dar mais controle ao tutor durante o passeio. O uso de uma plaquinha de identificação também é interessante caso o seu amigo escape.

CUIDADOS PARA O TRANSPORTE EM CARRO – O transporte indevido do seu animalzinho no carro não causa apenas a perda de pontos na carteira e uma multa para pagar, pode gerar acidentes graves e colocar em risco a sua segurança e a do seu pet. O tutor deve transportar o seu bichinho dentro de caixas adequadas ao tamanho do animal, as casinhas devem estar presas ao cinto de segurança adaptado. Outra opção é o cinto para transporte de animais que fica preso diretamente ao conector de cinto do carro.

Crédito: Arquivo | ONG IDDA

ONG IDDA – Mariana/ Ouro Preto


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